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segunda-feira, 30 de março de 2026

Palestra da primeira quinta-feira do mês - 2 de abril de 2026

 


Palestra da primeira quinta-feira do mês 

📍   Solar Condes de Resende 

📅 Quinta-feira, 02 de abril de 2026

 18:30 – 19:30 horas

Mário Ferreira da Silva e o Informalismo: A ‘experiência italiana’ na metamorfose e na construção da sua identidade autoral

"O estudo sobre Mário Ferreira da Silva e a sua obra assume-se como pertinente, por ele ter sido um autor, natural de Vila Nova de Gaia, que ajudou a elevar o estatuto da cerâmica artística portuguesa, prestigiando, inerentemente, o nome da nossa cidade ‘fora de portas’, e por ter tido, no plano nacional, o mérito de ter explorado, de modo pioneiro, a Arte Cerâmica com uma abordagem própria daquela que é utilizada na Escultura, particularmente na de carácter informal, dedicando-se puramente, dessa feição, a desenvolver a exploração da forma, muito apoiada na expressividade da matéria e do gesto. Além de se defender e expor isto, também se pretende apresentar alguns elementos biográficos essenciais sobre o artista e analisa-se criticamente a identidade autoral do seu fazer artístico que se metamorfoseia graças à influência exercida pela experiência vivida em Itália, que acaba por resultar na adoção das poéticas do movimento informal que por lá vingavam, levando-o a desenvolver, por este motivo, uma nova gramática artística e uma nova estética muito próprias que o caracterizam e distinguem. Estes factos fundamentam que Mário Ferreira da Silva seja reconhecido como um autor que contribuiu para que a presença do informalismo em Portugal se fizesse sentir, nomeadamente ao nível da escultura cerâmica".

Sérgio Barros

Acesso livre, presencial e por videoconferência

Ingressar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/81600747158?pwd=DYMkp7qRgx4xbg7vmvzIoYv2Io1OrS.1

ID da reunião: 816 0074 7158
Senha: 255451

segunda-feira, 23 de março de 2026

Curso livre evocativo sobre os 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco - 28 de março de 2026

CAMILO E A ARTE

Camilo é o nosso grande romancista. E humorista. Romântico, dramático, trágico, satírico, de ir às lágrimas e de chorar de rir. A língua portuguesa rejubila com ele. Desenha personagens a fio de prata, iluminando a prosa. Francisco José Viegas. Correio da Manhã. 2009

Se desenha personagens, como afirma FJ Viegas, também ele próprio e os seus escritos foram motivo que inspirou muitos artistas ao longo dos Sécs. XIX, XX e mesmo XXI.

Humoristas, como Rafael Bordalo Pinheiro, e grandes artistas como Júlio Pomar, Dórdio Gomes, Francisco Simões e tantos outros, deixaram-nos um conjunto de obras que merecem ser tratadas enquanto trabalhos que tentam interpretar a figura e o pensamento deste grande escritor que estamos a recordar os 200 anos do seu nascimento.

JOSÉ MANUEL TEDIM

UPT

terça-feira, 3 de março de 2026

Palestra da primeira quinta-feira do mês - 5 de março de 2026

 📍 Solar Condes de Resende

📅 Quinta-feira, 05 de março de 2026

⌚ 18:30 – 19:30 horas

Os Marmoirais

e os ritos funerários na Idade Média.

do Gabinete de História, Arqueologia e Património

Revisita-se uma tipologia de monumentos funerários raros na nossa Idade Média, os arcos marmoirais ou memoriais. Funcionalidade e simbólica cruzam-se nesta expressão muito curiosa da tumulária portuguesa medieval.

António Manuel S. P. Silva

Acesso livre, presencial e por videoconferência

https://us02web.zoom.us/j/83559366553?pwd=AEBcoTv0Blado6Kb9hw53R6GEQywqO.1

segunda-feira, 2 de março de 2026

Curso livre evocativo dos 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco

 


📍   Solar Condes de Resende, Canelas

📅 Sábado | 07 de março de 2026

 15h00 - 17h00

Curso livre evocativo

200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco (1825-2025)

Camilo e a voz do povo:

cançonetas populares do seu tempo

As comemorações dos 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco são um bom pretexto para a revisitação dos seus textos, mas também para a abordagem de aspetos pouco conhecidos do seu tempo ou geralmente pouco referidos, como é o caso das cançonetas populares no contexto da sua vida e obra, mormente aquelas para as quais o próprio Camilo escreveu versos ou estes viram serem-lhe adaptadas melodias. E haverá alguma conexão evidente entre os temas dessas cantigas e a obra camiliana? Ensaiadas pelo grupo coral Eça Bem Dito da Confraria Queirosiana, sob a direção da pianista Maria João Ventura, aqui se apresentam algumas cançonetas do seu tempo.

J. A. Gonçalves Guimarães

Frequência implica inscrição e pagamento prévios; possibilidade de pagamento de aula avulsa.