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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Palestra das Últimas Quintas-Feiras do Mês - 28 setembro

Palestra das Últimas Quintas-Feiras do Mês
Solar Condes de Resende
28 de setembro - 18,30h

«As Primeiras Jornadas de História Local e Regional em 1983 e o seu legado»
por J. A. Gonçalves Guimarães, PhD

Em novembro de 1983 decorreram em Vila Nova de Gaia as Primeiras Jornadas de História Local e Regional organizadas pelo Gabinete de História e Arqueologia, fundado em 1980 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e depois acolhido como grupo de trabalho autárquico pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia. Esta realização, que reuniu então 98 participantes, dos quais 41 conferencistas, sendo 26 deles profissionais da História, da Arqueologia e da História da Arte, marcou a vida cultural do Município até aos dias de hoje. Evocação quantitativa por um dos participantes.

Entrar Zoom Reunião
https://us02web.zoom.us/j/82672988980?pwd=YlZoUzg0R05QTktaUE0vL3VreVhFUT09

ID da reunião: 826 7298 8980
Senha: 163744


terça-feira, 22 de agosto de 2023

Palestra das últimas quintas feiras do mês - 31 de agosto

Palestra das Últimas quintas-feiras do mês
31 de agosto de 2023, 18,30 horas
Amigos do Solar Condes de Resende – Confraria Queirosiana
Solar Condes de Resende


Apresentação de uma vivência extraterrestre pessoal: desafio transdisciplinar para uma reavaliação da História do planeta e da Humanidade?

Pedro Barbosa
Doutor em Ciências da Comunicação (PhD em Semiótica) pela UNL

Resumo:
A questão extraterrestre, a ufoarqueologia, a mitologia e sua repercussão numa possível reavaliação da História da Humanidade e do planeta Terra.

Entrar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/86925800429?pwd=Q0FJVHRXNVJXYlNwQXRiTkFSVUZnQT09

ID da reunião: 869 2580 0429
Senha de acesso: 848434

segunda-feira, 24 de julho de 2023

Palestra das últimas quintas-feiras - 27 de julho


EUTANÁSIA, busca da correta impostação do problema

Numa primeira parte, revisita-se o texto inicial da lei, tal como a Assembleia da República o produziu e o texto final que, forçadamente, foi promulgado. Procura-se perceber a razão pela qual a questão andou a saltitar entre os protagonistas interventores, restando, para o cidadão comum, uma justificada perplexidade.

Numa segunda parte, faz-se uma análise crítica da lei que vai ser publica, após a regulamentação governamental em curso e propõe-se uma solução essencialmente jurídica para o futuro.

Denuncia-se o erro contido no texto constitucional “o direito à vida é inviolável”, subalternizando o direito à dignidade. O referendo.

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ID da reunião: 861 7557 9915
Senha de acesso: 146521

 


quarta-feira, 28 de junho de 2023

Palestras das últimas quintas-feiras do mês - 29 junho

 


Iconografia da História de Portugal em painéis azulejares: o caso da Estação de S. Bento no Porto

Cristiana Borges Ferreira

De entre todos os países europeus, foi em Portugal que o azulejo manifestou maior desenvolvimento e as formas mais originais e funcionais de utilização. Desempenhou um papel primordial na arquitetura, onde percorreram um longo e magnífico caminho juntos. Vila Nova de Gaia produziu nas suas fábricas cerâmicas muitos painéis, incluindo sobre iconografia histórica, espalhados pelo país, cuja apresentação ficará para outra oportunidade. Mas nesta comunicação vamos privilegiar o caso da Estação de S. Bento no Porto, palco dos painéis da autoria do pintor e ceramista Jorge Rey Colaço, hoje conhecidos em todo o mundo. Este artista utilizou o azulejo como suporte privilegiado, aplicando princípios e qualidades que refletiram os valores da época em que viveu e, sobretudo, as bases artísticas e plásticas das escolas que frequentou, nomeadamente em Espanha e França. Jorge Colaço trouxe para a azulejaria a designada “corrente dos tradicionalistas”, recuperando e citando os períodos áureos do azulejo em Portugal. Os painéis da Estação de S. Bento demonstram os valores tradicionalistas, nacionalistas e o amor pela Pátria, sendo ótimos exemplares da corrente protagonizada pelo seu autor e a sua “pincelada” inspirada na Arte Nova.

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ID da reunião: 898 7082 7485
Senha de acesso: 279707

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Colóquio: Descobertas Arqueológicas em Vila Nova de Gaia Jornadas Europeias de Arqueologia 2023 Solar Condes de Resende - 17 de junho

A equipa de coordenação e os textos e autores a publicar no n.º 1 da nova série da revista Gaya. Estudos de História, Arqueologia e Património a apresentar no próximo dia 17 de junho no Solar Condes de Resende com a presença dos autores e coordenadores.



Nota: O evento será certificado como Ação de Curta Duração pelo Centro de Formação de Associação de Escolas Gaia Nascente.

quarta-feira, 24 de maio de 2023

Palestra das últimas quintas-feiras do mês - 25 de maio de 2023

 

«António Soares dos Reis: um positivista?»

A obra de António Soares dos Reis constitui um dos expoentes máximos da escultura nacional, não obstante as dificuldades da História da Arte para a definir ou categorizar. Reveladora de um ecletismo que espelha não apenas as particularidades pessoais do escultor, mas todo o seu percurso formativo e o contexto socio-cultural do território em que viveu, a produção artística de Soares dos Reis torna evidentes as limitações das categorizações artísticas que têm condicionado o seu estudo. Iremos contextualizar o escultor e a sua obra no tempo e espaço, demonstrando o importante papel desempenhado pela sua formação académica, mas também o do próprio território em que viveu e dos seus círculos de amizade.

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ID da reunião: 846 5044 8304
Senha de acesso: 188964

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Palestras das últimas quintas-feiras - abril 2023

 


Palestras das últimas quintas-feiras, 18.30H

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https://us02web.zoom.us/j/88524104068...

ID da reunião: 885 2410 4068

Senha de acesso: 658919

Resumo:

Susana Moncóvio iniciou um dos parágrafos de um seu trabalho com a seguinte frase: «O colecionismo revela um traço antropológico, o da materialização da memória, de afetos e vivências...». A autora citada estava a referir-se ao coleccionador Marciano Azuaga que veio a falecer no início do século XX com mais de sessenta anos, portanto, inserido ainda numa: «prática colecionista dos finais do século XIX».

É também sobre colecionismo o assunto que aqui pretendemos desenvolver, já não sobre um colecionador inserido nos conceitos e parâmetros atrás referidos, mas um colecionador actual, longe da «natureza enciclopédica [que foi o] resultado do desenvolvimento dos valores humanistas do Renascimento». Contudo, constatamos que, de um modo geral, as motivações para o coleccionismo são intemporais manifestando-se pelo gosto de “juntar” objetos, não tanto pelo seu valor monetário, beleza ou qualidade, mas sobretudo por aquilo que podem significar para quem os adquire, não obedecendo, portanto, a qualquer outro critério que não seja o do “gosto pessoal”.