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terça-feira, 26 de maio de 2026

Curso livre evocativo sobre os 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco

 


No sábado, dia 23 de maio, com uma visita pelas 15 horas, decorreu na Casa de Camilo em São Miguel de Seide, Famalicão, e depois no auditório do Centro de Estudos Camilianos (CEC), pelas 16 horas, a sessão de encerramento do Curso livre evocativo 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco (1825-2025) com um concerto pelos Eça-Bem-Dito com a pianista Maria João Ventura, intitulado «Camilo e a voz do povo: cançonetas populares do seu tempo», algumas das quais com versos do escritor.

O grupo de trinta inscritos e acompanhantes foi recebido na Casa de Camilo pelo Prof. Doutor Sérgio Sousa, docente na Universidade do Minho e diretor do CEC, que também lecionou neste curso, o qual deu as boas -vindas aos visitantes. que depois percorreram as diversas divisões onde o escritor viveu com Ana Plácido e os filhos, guiados pelo conhecimento e sensibilidade do guia desta Casa-Museu. Seguidamente os Eça-Bem-Dito com a pianista Maria João Ventura foram recebidos no auditório pela Dr.ª Elzira Queiroga do CEC, decorrendo o anunciado concerto.

No próximo dia 30 de maio na Biblioteca Municipal de Gaia, pelas 15 horas, este mesmo concerto será repetido integrado numa conferência sobre o tema por J. A. Gonçalves Guimarães.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Palestra da Primeira Quinta-Feira do mês - 7 de maio

Eça Queiros está convidando você para uma reunião Zoom agendada.

Ingressar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/87386754711?pwd=wbrhmlierngVK4Pl881lBGNBLnNm3c.1


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Trilhos de progresso, vagões de Memória: caminhos de ferro e património cultural em Vila Nova de Gaia.

A apresentação assinala os 170 anos da chegada dos caminhos de ferro a Portugal, destacando os desafios atuais. Analisa a relação entre o património ferroviário e o património cultural em Vila Nova de Gaia, com enfoque na Linha do Norte e na ligação Lisboa-Gaia/Devesas, inaugurada em 1863, defendendo que estas infraestruturas ultrapassaram a sua função técnica, assumindo relevância sociocultural. Inicialmente centrada na revista Gazeta dos Caminhos de Ferro, a investigação revelou escassez de referências diretas à localidade, levando a uma reorientação metodológica para um estudo exploratório. A abordagem interdisciplinar articula História, Museologia e Estudos do Património, valorizando a escala local e figuras e propondo reforçar o potencial educativo da história ferroviária e a valorização da memória local.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Curso livre evocativo dos 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco - 11 de abril de 2026


📍 Solar Condes de Resende, Canelas
📅 Sábado | 11 de abril de 2026
⌚ 15h00 - 17h00

Curso livre evocativo
200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco (1825-2025)

J. Rentes de Carvalho, escritor entre Portugal e Holanda

A vasta obra literária de José Rentes de Carvalho (Vila Nova de Gaia, 1930) – romances, contos, crónicas, diários, ensaios e o que talvez se pode chamar de “fisiologias” culturais e sociais de Portugal e Holanda – foi uma descoberta tardia entre os portugueses. Só a partir de 2008, e graças ao empenho de Francisco José Viegas, a editora Quetzal trouxe o autor de volta a Portugal, publicando a bom ritmo todos os seus livros, desde o romance de estreia Montedor (1968) ao mais recente livro de crónicas Cravos e ferraduras (2025). A “renascença” do autor na sua terra natal, angariou-lhe prémios literários, condecorações e a aclamação de críticos e leitores lusos. Antes disso, porém, José Rentes de Carvalho, desde 1956 radicado na Holanda, já tinha conquistado, a partir de 1972, grande fama como autor nos Países Baixos (Holanda e Flandres) com vinte títulos traduzidos dos quais a grande maioria só posteriormente seria publicada na língua materna em que foram escritos, além de colaborações em jornais, semanários, revistas literárias, rádio e televisão. Arie Pos debruça-se sobre a questão: qual o segredo das duas vidas literárias de José Rentes de Carvalho?

Frequência implica inscrição e pagamento prévios; possibilidade de pagamento de aula avulsa.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Palestra da primeira quinta-feira do mês - 2 de abril de 2026

 


Palestra da primeira quinta-feira do mês 

📍   Solar Condes de Resende 

📅 Quinta-feira, 02 de abril de 2026

 18:30 – 19:30 horas

Mário Ferreira da Silva e o Informalismo: A ‘experiência italiana’ na metamorfose e na construção da sua identidade autoral

"O estudo sobre Mário Ferreira da Silva e a sua obra assume-se como pertinente, por ele ter sido um autor, natural de Vila Nova de Gaia, que ajudou a elevar o estatuto da cerâmica artística portuguesa, prestigiando, inerentemente, o nome da nossa cidade ‘fora de portas’, e por ter tido, no plano nacional, o mérito de ter explorado, de modo pioneiro, a Arte Cerâmica com uma abordagem própria daquela que é utilizada na Escultura, particularmente na de carácter informal, dedicando-se puramente, dessa feição, a desenvolver a exploração da forma, muito apoiada na expressividade da matéria e do gesto. Além de se defender e expor isto, também se pretende apresentar alguns elementos biográficos essenciais sobre o artista e analisa-se criticamente a identidade autoral do seu fazer artístico que se metamorfoseia graças à influência exercida pela experiência vivida em Itália, que acaba por resultar na adoção das poéticas do movimento informal que por lá vingavam, levando-o a desenvolver, por este motivo, uma nova gramática artística e uma nova estética muito próprias que o caracterizam e distinguem. Estes factos fundamentam que Mário Ferreira da Silva seja reconhecido como um autor que contribuiu para que a presença do informalismo em Portugal se fizesse sentir, nomeadamente ao nível da escultura cerâmica".

Sérgio Barros

Acesso livre, presencial e por videoconferência

Ingressar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/81600747158?pwd=DYMkp7qRgx4xbg7vmvzIoYv2Io1OrS.1

ID da reunião: 816 0074 7158
Senha: 255451

segunda-feira, 23 de março de 2026

Curso livre evocativo sobre os 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco - 28 de março de 2026

CAMILO E A ARTE

Camilo é o nosso grande romancista. E humorista. Romântico, dramático, trágico, satírico, de ir às lágrimas e de chorar de rir. A língua portuguesa rejubila com ele. Desenha personagens a fio de prata, iluminando a prosa. Francisco José Viegas. Correio da Manhã. 2009

Se desenha personagens, como afirma FJ Viegas, também ele próprio e os seus escritos foram motivo que inspirou muitos artistas ao longo dos Sécs. XIX, XX e mesmo XXI.

Humoristas, como Rafael Bordalo Pinheiro, e grandes artistas como Júlio Pomar, Dórdio Gomes, Francisco Simões e tantos outros, deixaram-nos um conjunto de obras que merecem ser tratadas enquanto trabalhos que tentam interpretar a figura e o pensamento deste grande escritor que estamos a recordar os 200 anos do seu nascimento.

JOSÉ MANUEL TEDIM

UPT

terça-feira, 3 de março de 2026

Palestra da primeira quinta-feira do mês - 5 de março de 2026

 📍 Solar Condes de Resende

📅 Quinta-feira, 05 de março de 2026

⌚ 18:30 – 19:30 horas

Os Marmoirais

e os ritos funerários na Idade Média.

do Gabinete de História, Arqueologia e Património

Revisita-se uma tipologia de monumentos funerários raros na nossa Idade Média, os arcos marmoirais ou memoriais. Funcionalidade e simbólica cruzam-se nesta expressão muito curiosa da tumulária portuguesa medieval.

António Manuel S. P. Silva

Acesso livre, presencial e por videoconferência

https://us02web.zoom.us/j/83559366553?pwd=AEBcoTv0Blado6Kb9hw53R6GEQywqO.1